quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

RECESSO NA CR CONSULTORIA

Férias merecidas após um ano de muito trabalho!

Estamos em recesso a partir de 23 de Dezembro e retornamos no dia 04 de Janeiro de 2012.

FELIZ NATAL a todos os amigos, clientes, fornecedores e colaboradores da CR e que o novo ano traga a todos muita PAZ e SUCESSO, são os votos de toda a equipe da CR Consultoria.

Cecília Rijo - Diretora da CR Consultoria

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Por que capacitar seus líderes?

Hoje, tem se falado do “apagão da liderança”, expressão sugestiva que nos faz refletir sobre a falta de brilho de líderes e também de liderados no mundo corporativo. O dia a dia de trabalho, na maior parte das empresas, tem esta magia: apagar o talento de quem quer que seja. Vejamos como isso ocorre

Neste artigo, vamos discorrer sobre uma das mais importantes estratégias para suprir a carência de líderes nas empresas: a capacitação. Um curso de liderança, quando se compromete a oferecer ferramentas para auxiliar o RH da empresa a atuar de forma estratégica, pode oferecer contribuições significativas para o aumento do engajamento das pessoas, refletindo positivamente nos principais indicadores do negócio.
Primeiramente, vamos identificar a causa raiz do problema. Depois, os responsáveis pela mudança. Finalmente, conheceremos quais resultados uma competente capacitação de líderes pode oferecer para a sua empresa.
Onde foram parar os líderes?
Hoje, tem se falado do "apagão da liderança", expressão sugestiva que nos faz refletir sobre a falta de brilho de líderes e também de liderados no mundo corporativo. O dia a dia de trabalho, na maior parte das empresas, tem esta magia: apagar o talento de quem quer que seja. Vejamos como isso ocorre.
Primeiramente, as pessoas passam horas preciosas dos seus dias submetidas a situações desagradáveis, muitas vezes causadas pelos próprios líderes que são inaptos no relacionamento interpessoal e que, consequentemente, não sabem manejar diferentes perfis, treinar eficazmente e monitorar o desempenho. Pouco a pouco, aquela motivação para fazer um bom trabalho, para colocar o seu talento a serviço da missão da empresa, vai sendo consumida até virar pó. Depois, são esses mesmos "colaboradores" que serão promovidos ao cargo de gerente, supervisor, chefe etc. E o que farão? Vão, simplesmente, repetir o modelo de gestão que aprenderam. Chamo isso de "perpetuação da dor". Do pó viemos e ao pó voltaremos...
E agora? Quem poderá nos defender?
Será preciso romper esse padrão cíclico. Apesar de algumas pessoas muito leais e dedicadas - mas que ocupam níveis hierárquicos mais baixos - poderem ser os agentes da mudança, quem tem maior poder (e, portanto, responsabilidade) para provocar uma intervenção é a alta direção juntamente com o apoio de um RH estratégico. A alta direção deve ter um interesse genuíno e um esforço disciplinado para desenvolver suas lideranças a partir do exemplo. Por isso, um curso de liderança, quando aplicado na empresa, deverá contar não apenas com o patrocínio financeiro da alta direção, mas também com envolvimento direto para uma mudança de cultura na gestão das pessoas. Infelizmente, é aí que está a raiz do problema.
"Liderança é um artigo de luxo no planeta há milênios". Essa é a afirmação de Léo Castelhano Bruno, professor e pesquisador da Fundação Dom Cabral e membro do Comitê Organizador do Global Leadership Forum da ONU/UNESCO. O Prof. Léo Bruno comprova, em suas pesquisas apresentadas para a UNESCO, que apenas uma minoria dos CEOs das maiores corporações do planeta dispõe de um equilíbrio de valores pessoais, conceito esse que se refere a uma mentalidade equilibrada para decisões na liderança que privilegiem tanto resultados quanto pessoas, tanto controle quanto inovação. Como conclusões, seu estudo mostrou uma relação alta e positiva entre o equilíbrio de valores pessoais e a eficácia de liderança, bem como entre o equilíbrio de valores pessoais e o desempenho organizacional. Resumindo: a origem e a solução do problema está na mentalidade da cúpula.
Os líderes precisam assumir uma atitude mais proativa "dando um espaço" para rever certas crenças, valores, atitudes e comportamentos tidos outrora como funcionais. Novos cenários estão exigindo líderes cada vez mais equilibrados em seu modo de atuação para engajar os colaboradores em uma estratégia competitiva e inovadora em longo prazo.
Resultados esperados da capacitação dos líderes.
Os entrevistados apontaram como principais desafios dos líderes para o futuro:
1º lugar: reter e motivar talentos (51% dos votos)
2 º lugar: executar a estratégia (42% dos votos)
3º lugar: colocar as pessoas certas no lugar certo (40% dos votos)
Essas habilidades não são nenhuma novidade. Tampouco tornar-se-ão obsoletas. Elas derivam de algumas "competências universais" do exercício da liderança pois independem de lugar ou época. São necessárias em qualquer organização, seja de caçadores da idade da pedra ou de trabalhadores do conhecimento do século XXI. A boa notícia é que são competências alcançáveis por qualquer pessoa que esteja disposta a conhecer seu modelo mental a partir de ferramentas de autoconhecimento e a autodesenvolver-se colocando em prática métodos e técnicas científicos de liderança. No nosso ponto de vista, essas são algumas dentre as principais competências-chave que deverão constar numa metodologia de sucesso.
O aprendizado dos líderes nessas competências oferece um rápido aumento no engajamento das equipes e, consequentemente, na produtividade e na lucratividade da empresa. Como afirma o professor do INSEAD, Manfred Kets de Vries: "Seu negócio pode ter todas as vantagens do mundo, fortes recursos financeiros e um ótimo posicionamento no mercado, mas se a Liderança falhar, todas essas vantagens não servirão."

Por: Ricardo Mallet

Para crescer na vida profissional é preciso ter disciplina


Muitas pessoas têm dificuldades que atrapalham seu crescimento profissional. No entanto, são problemas que podem ser resolvidos com ajuda especializada. Mas, para isso, é preciso bastante esforço para fazer as mudanças necessárias.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O poder da liderança feminina

Mulheres ... Enigmáticas, inteligentes, caprichosas, belas e produtivas. São capazes de administrar várias atribuições ao mesmo tempo. Cuidam das roupas e do desempenho escolar dos filhos, suportam a pressão no trabalho, são atenciosas e sedutoras com seus companheiros, sem deixar de lado a importante reunião de negócios no dia seguinte. Tudo isso sem deixar de ser eficiente e eficaz..


Sexo frágil? Talvez esse rótulo já esteja um pouco fora de moda. Pesquisas recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) demonstram que atualmente as mulheres brasileiras passam mais tempo estudando do que os homens, e que as empresas alocadas no Brasil admitem cada vez mais mulheres para cargos de liderança.
Dilma Rousseff, Luiza Trajano, Marina Silva, Tânia Nahuys e Chieko Aoki são apenas alguns exemplos de lideranças femininas proeminentes no cenário nacional. Prova de que a sociedade brasileira está cada vez mais suscetível e aberta para aceitar as mulheres no poder.
Abaixo menciono algumas características comportamentais importantes que marcam a essência da liderança feminina:
1- Intuição: Sem dúvida alguma as mulheres são muito mais intuitivas do que os homens. Conseguem enxergar as "entrelinhas" dos problemas organizacionais, mesmo que estes não sejam explícitos.
2- Sensibilidade: Geralmente as mulheres são mais suscetíveis aos problemas alheios, e consequentemente, tem maior sensibilidade no cotidiano de trabalho com seus liderados e stakeholders.
3- Visão Sistêmica: Tem a capacidade de enxergar e agir sistemicamente, alinhando e implementado estratégias benéficas para a organização como um todo, e não somente para sua equipe e/ou departamento.
4- Detalhista: Observa os detalhes que marcam o rendimento de suas respectivas equipes, sem perder a noção do todo.
5- Paciência: O próprio extinto maternal das mulheres auxilia sobremodo as relações interpessoais com seu grupo de liderados, pois geralmente estas são mais pacientes em ensinar, desenvolver e cativar clientes e subordinados.
6- Eficiência: Com grande capacidade de observar detalhes sem perder a praticidade, as mulheres tem relevante facilidade em desenvolver e conduzir suas equipes a resultados importantes para as organizações.
Embora todos estes atributos fazem das líderes mulheres profissionais cada vez mais preteridas e importantes no contexto nacional, pode-se dizer que nem tudo são flores. De acordo com o IBGE a remuneração dos homens no mercado de trabalho ainda é 30% superior em comparação com a arrecadação das mulheres. Preconceito? Machismo? Ou resquícios de uma época passada? Não importa, pois se analisarmos as barreiras e dificuldades que as mulheres ultrapassaram nos últimos trinta anos no Brasil, facilmente podemos prever que muito em breve a remuneração no mercado de trabalho estará atrelada as habilidades e competências individuais, e não mais se a pessoa é do gênero masculino ou feminino.
Persuasão:  este é o grande segredo da liderança feminina evidenciada pelo magnífico poeta. Para vocês mulheres indicamos que explorem ao máximo a capacidade de persuadir de maneira positiva, pois este adjetivo pode ser um diferencial no mercado de trabalho. 

Por: Romulo Gutierrez

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O que as pessoas de sucesso fazem diferente

Profissionais com personalidades, qualidades e defeitos distintos comemoram o sucesso a todo o momento. Não há, portanto, um tipo de ser humano mais propenso a alcançar os seus objetivos e obter o tão sonhado sucesso. Ou seja, ser bem-sucedido não tem a ver com quem você é, mas com o que você faz.


Se você ainda precisa de um empurrãozinho, veja nove dicas para começar a fazer melhor.




1) Seja específico. Quando você determinar um objetivo, tente ser o mais específico possível. “Perder 5 quilos” é um objetivo melhor do que “perder alguns quilos”, porque dão a clara ideia do que é preciso alcançar para ter sucesso.



2) Não deixe as oportunidades escaparem. Com todas as tarefas diárias, provavelmente você deve perder muitas chances de atingir seus objetivos. Às vezes pode valer a pena retornar aquela ligação “urgente” depois. Lembre da primeira dica e especifique também uma data para concluir seu desafio. Pense também que você pode trabalhar para alcançar os seus objetivos 30 minutos antes ou depois do trabalho.
3) Saiba exatamente o quão longe você terá de ir. Seja honesto e monitore regularmente o seu progresso. Se você não souber se está indo bem, não poderá ajustar suas estratégias. Cheque a sua evolução diariamente, semanalmente, enfim, tudo irá depender da data estabelecidade para o seu objetivo.
4) Seja realmente otimista. Acredite na sua capacidade de ser bem-sucedido. Crie a sua própria motivação. Mas nunca subestime a dificuldade em alcançar o sucesso. Muitos objetivos exigem tempo, planejamento, esforço e muita persistência.
5) Veja o quanto está ficando melhor. Acreditar que você tem habilidades para comemorar o sucesso é importante, mas só vale se acreditar que é possível conquistar essas habilidades. Muitos acreditam que a inteligência e a personalidade não mudam, e assim deixam de crescer. Esse crescimento também depende das nossas melhores escolhas.
6) Seja duro na queda. Seja persistente se encontrar obstáculos e tenha boa vontade em se comprometer com objetivos de longo prazo.
7) Construa sua força de vontade. Seu “músculo” do auto-controle é igual a outros músculos do seu corpo – quando não exercitados, ficam fracos ao longo do tempo. Para exercitar esse músculo assuma um desafio que exija fazer algo que honestamente você não sabe fazer. Aprenda uma habilidade nova. Comece essa atividade e planeje como você irá lidar com os problemas. Pode ser difícil no começo, mas poderá ficar mais fácil. Dessa forma, você vai assumindo mais desafios e trabalhando o seu auto-controle.
8) Não se deixe seduzir pela sorte. Não importa o quão forte se tornou o seu auto-controle muscular, é importante sempre respeitar os seus limites. Não tente agarrar dois desafios de uma vez, como parar de fumar ou fazer dieta ao mesmo tempo.
9) Foque no que você irá fazer, não no que não fará. Você quer melhorar o seu forte temperamento, por exemplo? Então planeje como você irá substituir os maus hábitos
por bons. Ou seja, não foque nos hábitos ruins e sim no que você fará para substituí-los.
Por: Época Negócios Online