sexta-feira, 3 de setembro de 2010

É SIMPLES ASSIM


Texto de Floriano Serra

Floriano Serra
Floriano Serra, psicólogo, consultor de empresas para processos comportamentais, palestrante e articulista, autor de vários livros sobre comportamento humano. É especializado em Análise Transacional e Programação Neuro Linguística. Tem pós-graduação em Marketing. Já foi Diretor Corporativo de Recursos Humanos de várias empresas nacionais e multinacionais. Em 1996, pela sua atuação inovadora em RH, recebeu o Prêmio Destaque RH do Ano, outorgado pela revista Gestão Plus & RH em Síntese. Atualmente Floriano é diretor-presidente do IPAT - Instituto Paulista de Análise Transacional (www.ipat.com.br) e da SOMMA4 Consultoria para Desenvolvimento Pessoal e Organizacional. Com frequência, ministra palestras e seminários comportamentais"in company" em todo o Brasil, presta consultoria em Recursos Humanos e Processos Comportamentais, realiza "coatching" e aconselhamento para executivos e continua escrevendo livros e artigos - inclusive mantendo colunas fixas em algumas revistas e sites.

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Em um grande número de organizações, o que não faltam são as "calamidades" comportamentais, algumas das quais, de tanto se repetirem, tornam-se crônicas e, ao mesmo tempo, folclóricas e motivos de lágrimas e risos nos corredores. Essas calamidades podem diferir na forma, mas todas têm uma coisa em comum: detonam o clima interno, acabam com o respeito aos princípios e aos valores da empresa e, por vias indiretas, comprometem as relações entre os colegas e dificultam o cumprimento dos resultados. Os "jeitinhos" e os "jeitões" constituem duas dessas calamidades - dentre outras.

Comecemos pelos "jeitões". Quem, no seu local de trabalho, não tem ou nunca teve um colega ou chefe com um "jeitão" fora dos padrões civilizados? Tomemos o caso de um gestor que é grosseiro de doer, grita e trata seus colaboradores como se fossem máquinas ou coisas insensíveis e sem auto-estima. E quando alguém mais corajoso decide procurar a Alta Direção para fazer queixa daquele assediador moral em série, ouve do maioral: "Ah, não esquenta com isso! É o "jeitão" dele, mas no fundo é ótima pessoa... E, olha, com esse "jeitão" ele faz o pessoal cumprir todas as metas!". E o gestor, com seu "jeitão" anacrônico, continua pelos corredores à fora machucando impunemente a equipe, protegido pela cultura interna que aprova esse "jeitão eficaz" de atingir resultados...

Anote aí: nas empresas que abrigam essa calamidade, "jeitão" é a nova palavra para definir grosseria, falta de modos e de educação, insensibilidade e total desconhecimento da arte de liderar pessoas. Isso me faz lembrar as palavras do guru em administração Stephen Covey, consultor americano, autor do best-seller "Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", que vendeu mais de 15 milhões de exemplares: "A maioria das lideranças ainda está estancada no modelo de trabalhador em que as pessoas são vistas como coisas a ser controladas e reguladas. Mas hoje é imperativo ter consciência de que as pessoas são feitas de corpo, mente, emoções e espírito". Um bom treinamento em sensibilização - com a Análise Transacional, por exemplo - consegue amenizar e em alguns casos até extinguir esses "jeitões".

Outra calamidade são os "jeitinhos". Diariamente, em muitas empresas, as normas, políticas, regulamentos e diretrizes são criativamente dribladas ou ignoradas por "jeitinhos". São aqueles atalhos e "adaptações" que fogem da estrada principal que conduz ao ponto certo, visando "facilitar" o trabalho de muita gente esperta, que esquecem que isso complica e compromete a vida das organizações.

O "jeitinho" existe onde hajam profissionais sem a devida disciplina, paciência e comprometimento para cumprir as etapas e os passos, às vezes, complexos e burocráticos de algumas tarefas e processos, mas que asseguram a excelência e a legalidade do trabalho. Resultado: os milhões gastos pela empresa em programas e projetos de qualidade, excelência e boas práticas de fabricação descem diariamente pelo ralo do desperdício.

Essas calamidades podem ser anuladas pela própria organização, se sua gestão definir e fizer seguir rigorosamente as corretas práticas de trabalho, se investir no desenvolvimento da maturidade comportamental das equipes e em saudáveis e éticos princípios e valores.

Felizmente, em sua grande maioria, as organizações atuam conforme o figurino, sem permitir a ocorrência dessas calamidades. São as empresas vencedoras - não necessariamente as de maior porte e lucro, mas as de maior ética, melhor clima e aquelas com maior preocupação com seu capital humano. Mas ainda há muita gente que parece esquecer o óbvio: numa empresa ou em qualquer organismo social, nenhum "jeitão" comportamental está acima dos direitos e do bem-estar da coletividade, assim como nenhum "jeitinho" está acima do compromisso com as leis e com a qualidade.

É simples assim.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

AS EMPRESAS E A SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL

A Copa do Mundo de Futebol é um evento internacional de grande importância para o meio esportivo e para os negócios. Este evento faz com que haja uma mobilização nacional e até mundial em torno do mesmo.
O Brasil em particular vive este momento como nunca, a população se mobiliza, as empresas param e todos compartilham de um momento único sempre esperando uma retribuição dos jogadores da seleção: a taça que significa o sucesso de um trabalho realizado.
Comparo a seleção a muitas empresas. Para que haja sucesso nas empresas é necessário escolher bem os profissionais, formar equipe, qualificar através de treinamentos e treinar, treinar e treinar. Para que a equipe funcione é necessário ter um líder, aquele que consegue dos seus profissionais a qualidade necessária para executarem as suas tarefas com comprometimento e envolvimento e com um único foco: o sucesso de todos e não de apenas alguns.
Quando o líder é chefe, quando aquele que deveria ser líder entende que tem que se isolar do mundo porque só ele sabe, dificilmente se formam equipes e o sucesso fica distante.
Vamos então fazer um comparativo da seleção com algumas empresas.
Tudo se iniciou há quatro anos atrás com um líder chamado Dunga. Foi líder enquanto capitão da seleção anos atrás mas apenas no nome, e não conseguiu ser líder de um time que tem profissionais que atuam em clubes diferentes e que necessitam de entrosamento para executarem as suas atividades da melhor forma. Para se iniciar a formação de uma equipe precisamos ter os profissionais certos e no lugar certo, devidamente treinados e em condições físicas e emocionais de jogo. Era esta a cara da seleção brasileira? Não. Profissionais escolhidos para representar o país que não tinham condições de o fazer, não só pelo fato de terem sido acometidos por lesões recentes bem como não executaram as suas atividades da melhor forma nos clubes onde jogam. Uma liderança que se escondeu do mundo, da imprensa e com entrevistas sem propósito, com palavrões proferidos que chegou a todos os países, mostrando total descontrole emocional. E quando o descontrole emocional é do líder, os seus liderados não têm como reverter a situação.
Vamos analisar os jogos do Brasil nesta Copa do Mundo. Contra a Coréia, um time sem expressão, com difícil vitória e sem opções nem em campo e muito menos no banco. Contra a Costa do Marfim um pouco melhor em alguns períodos, no entanto demonstrando que o Brasil apenas sabe jogar no contra ataque e que se saísse em desvantagem dificilmente recuperaria. Contra Portugal se reclamou barbaridade da retranca dos portugueses, no entanto não se viu sabedoria para driblar o esquema tático adotado pelo Carlos Queirós, porque simplesmente a seleção brasileira não sabe e não foi preparada para jogar ao ataque. Contra o Chile se jogou um pouco melhor só porque o outro time deixou jogar, não foi por méritos da nossa seleção. Contra a Holanda, e se os líderes tivessem analisado os jogos anteriores dos nossos adversários sabiam que o lado direito deles era muito bom e o lado esquerdo do Brasil muito ruim, foi um desastre o segundo tempo de jogo. Resultado: derrota com dois lances pelo lado direito da Holanda. Estava na cara de todo o mundo, faltavam jogadores em campo com a qualidade necessária para enfrentar obstáculos, faltava qualidade técnica e emocional. O que então se viu? Um time descontrolado exatamente com a cara do técnico naquela entrevista cheia de palavrões e dando murros nas instalações do banco de reservas da seleção.
O que aconteceu com a seleção brasileira nesta copa é o que acontece com algumas empresas. Profissionais contratados sem qualificação, colocados em funções para as quais não têm competência e líderes sem preparo que chegaram nessa posição porque há muito tempo estão na empresa e foram subindo sem treinamentos e qualificação para tal.
Como consultora da área de gestão empresarial e qualidade e diretora da CR Consultoria gostaria que os empresários que eventualmente leiam este artigo iniciem uma análise profunda nas suas empresas e questionem o que realmente está errado. Na maioria dos casos os motivos da falta de sucesso nas empresas são:

1. Falta qualificação dos profissionais para exercerem determinadas funções;

2. Falta treinamento dos profissionais para executarem as suas atividades com qualidade;

3. Falta preparo aos “líderes” que são antigos na empresa e para os quais é necessário dar status;

4. Falta a noção do que é efetivamente trabalho em equipe;

5. Falta equilíbrio emocional quando os resultados precisam ser revertidos;

6. Falta planejamento claro e objetivo.


Alguma semelhança entre a seleção brasileira e algumas empresas?

E para terminar este artigo só mais uma questão. Qual é o verdadeiro papel do líder nas vitórias e nas derrotas? É estar junto, incentivar, participar, fazer parte da equipe. Esse foi o papel do Maradona, por exemplo, na derrota da sua equipe. E que derrota, mas nem por isso deixou de ter o seu papel de liderança. Infelizmente isso não foi visto na seleção brasileira com o ex-técnico Dunga. Infelizmente em algumas empresas a situação é exatamente a mesma.

Depois não têm sucesso e não sabem o motivo!

Pensem e meditem porque o que aconteceu com a seleção brasileira acontece em muitas das nossas empresas.

Mãos à obra para mudarmos estas atitudes.

A mudança é a única certeza!

04/07/2010 Cecília Rijo – Diretora da CR Consultoria

quarta-feira, 23 de junho de 2010

"O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem."

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação.
Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica.Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está.
Ilusão é combustível de perdedores.
"Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa".

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Relacionamento profissional também exige esforço

A parceria com colegas de trabalho nada mais é do que um casamento de características pessoais e profissionais, que como outro qualquer, exige muita dedicação, flexibilidade e força de vontade para fazer o relacionamento dar certo. Muitos profissionais esquecem-se de que as relações no ambiente de trabalho funcionam de forma muito parecida com os relacionamentos afetivos e por isso podem enfrentar problemas de incompatibilidade.

A diversidade engrandece o ambiente, nos faz ir além, buscar mais, superarmos a nós mesmos, ela traz a soma de forças. Mas é preciso saber cultivá-la. Dentro de um contexto diversificado, encontramos personalidades diferentes que, juntos, formam uma personalidade maior – a empresa, cujos objetivos e metas devem estar em sintonia com os objetivos pessoais.

Sempre acreditei que a diferença entre dois profissionais não está no trabalho que desenvolvem, mas sim, na dimensão que cada um dá ao seu trabalho. Desta forma, seu networking de relacionamentos e a inteligência emocional influenciarão diretamente na busca do sucesso.

Levanto aqui algumas características que, como num casamento afetivo, devem existir na relação profissional entre líder e liderados, entre as pessoas e entre profissionais:

Entusiasmo – Uma pessoa feliz e simpática, com paixão pelo que faz transmite isso aos colegas e torna-se uma grande companhia. Contagia as pessoas com seu otimismo e influencia os outros a agir da mesma forma, trazendo melhores resultados concretos para a empresa.

Auto-Consciência – É preciso conhecer-se bem e conhecer o outro, entender as suas razões e emoções para pode identificá-las nos outros e lidar com elas de forma positiva. É preciso sentar-se no lugar do outro e deixar de ser prepotente.

Atitude positiva – Acreditar no que você faz é meio caminho andado para o sucesso. Quem tem energia positiva faz as coisas acontecerem e não se deixa desmotivar por pequenas adversidades.

Comprometimento e lealdade – Você tem que ter admiração pela empresa e pelo colega de trabalho, caso contrário a parceira não funciona. Comprometimento significa conhecer a fundo o negócio da empresa, o setor, o líder e sua forma de trabalho, podendo auxiliá-lo de forma pró-ativa e com iniciativa, pensando no impensado e fazendo antes que algo seja dito. Assim como num casamento entre homem e mulher, este item é crucial para a formação de uma base sólida para o relacionamento.

Um “olho” para detalhes – Todo profissional deve ser detalhista e prover o líder com o maior número de informações possíveis. A relação fica melhor quando este pode dar, em troca, informações significativas para uma atuação mais participativa e assertiva de sua equipe.



Discrição e confiabilidade – Para haver transparência é necessário que haja a confiança de ambos os lados de que tudo que é discutido no escritório é confidencial e diz respeito apenas a quem está envolvido no projeto.

Comunicação aberta - Um canal de comunicação sincero, honesto, objetivo e claro é crucial para qualquer relacionamento, especialmente o profissional, onde tempo significa negócios e dinheiro.

Humildade – Para saber ouvir, saber pedir ajuda e saber reconhecer seus próprios erros.

Serenidade – Para ultrapassar períodos de stress e tensão, de grande volume de trabalho e sobrecarga emocional em função de prazos e importância dos projetos.

O relacionamento profissional exige um grande investimento de tempo e energia, focando a sintonia para criar uma parceria de sucesso, que nada mais é, do que um casamento feliz!

E você já viu melhores resultados do que aqueles criados por um casamento feliz?

Tive algumas experiências de conflitos nestes longos anos de mercado e que me trazem frustrações a todo o instante. Imaginem prestar serviços de consultoria, ser contratada pela Diretoria de empresa e chegar à conclusão que são os Diretores e Gerentes os grandes responsáveis dos problemas nas empresas e dos conflitos gerados, mas não assumem. Revoltam-se quando você chega e comenta que o problema são eles. As pesquisas não falham quando apontam que 85% dos problemas nas empresas são criados pelos Diretores e Gestores e são estes problemas que geram conflitos entre as pessoas.

Sabem o que falta?

Falta humildade, serenidade, comunicação aberta, discrição e confiabilidade, um “olho” para detalhes, comprometimento e lealdade, atitude positiva, auto-consciência e entusiasmo.

Como fazer para administrar esses conflitos gerados pela personalidade muitas das vezes até agressiva?

MUDANÇA, essa é a palavra chave, sem ela nada acontece e os conflitos continuam dominando e prejudicando empresas que poderiam ser até modelos no mundo dos negócios. As pessoas precisam estar abertas para as mudanças e precisam quebrar paradigmas, suas crenças. Ninguém é dono da verdade, ninguém é dono do mundo!

Esse é o motivo que o lema da CR Consultoria é:

“A Mudança é a única certeza”

Cecília Rijo – Diretora da Cr Consultoria

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A Águia e as Galinhas

A Águia e as galinhas

Um camponês criou um filhote de águia junto com suas galinhas.

Tratando-a da mesma maneira que tratava as galinhas, de modo que ela pensasse que também era uma galinha.

Dando a mesma comida jogada no chão, a mesma água num bebedouro rente ao solo, e fazendo-a ciscar para complementar a alimentação, como se fosse uma galinha. E a águia passou a se portar como se galinha fosse.

Certo dia, passou por sua casa um naturalista, que vendo a águia ciscando no chão, foi falar com o camponês:

- Isto não é uma galinha, é uma águia!

O camponês retrucou: - Agora ela não é mais uma águia, agora ela é uma galinha!

O naturalista disse: - Não, uma águia é sempre uma águia, vamos ver uma coisa...

Levou-a para cima da casa do camponês e elevou-a nos braços e disse:

- Voa, você é uma águia, assuma sua natureza !

- Mas a águia não voou, e o camponês disse:

- Eu não falei que ela agora era uma galinha !

O naturalista disse: - Amanhã, veremos...

No dia seguinte, logo de manhã, eles subiram até o alto de uma montanha.

O naturalista levantou a águia e disse: - Águia, veja este horizonte, veja o sol lá em cima, e os campos verdes lá em baixo, veja, todas estas nuvens podem ser suas.

Desperte para sua natureza, e voe como águia que és...

A águia começou a ver tudo aquilo, e foi ficando maravilhada com a beleza das coisas que nunca tinha visto, ficou um pouco confusa no início, sem entender o porquê tinha ficado tanto tempo alienada.

Então, ela sentiu seu sangue de águia correr nas veias, perfilou devagar, suas asas e partiu num vôo lindo, até que desapareceu no horizonte azul."

Criam as pessoas como se galinhas fossem, porém, elas são águias.

Todos podemos voar, se quisermos.

Voe cada vez mais alto, não se contente com os grãos que lhe jogam para ciscar.

Nós somos águias, não temos que agir como galinhas, como às vezes querem que sejamos.

Pois com uma mentalidade de galinha fica mais fácil controlar as pessoas, elas abaixam a cabeça para tudo, com medo.

Conduza sua vida de cabeça erguida, respeitando os outros, sim, mas com medo, nunca!

Gibis Digitais: A Nova Forma de Capacitar Equipes com Mais Engajamento e Aprendizado

  Em um cenário onde a atenção das pessoas é cada vez mais disputada, encontrar formas inovadoras de transmitir conhecimento tornou-se um de...