segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Reportagem do Jornal nacional 17/02/2011 sobre a sofisticação no mercado de trabalho que exige maior qualificação.

Muitas empresas no país estão buscando por conta própria a formação de profissionais. E eles cruzam o país atrás de maior qualificação.
Fonte – G1 Globo


Nos últimos anos, o mercado de trabalho brasileiro cresceu e se sofisticou. Mesmo em atividades que não exigiam muito estudo, agora é preciso saber usar um computador, por exemplo. Qualificação é o tema da reportagem desta quinta-feira (17) na série especial que o Jornal Nacional apresenta, nesta semana, sobre o emprego no Brasil.
Imagine passar cinco dias por semana na estrada. “É a vida que a gente escolheu, a gente tem que seguir ela”, afirma o caminhoneiro Antônio de Souza Silva.
Filho de caminhoneiro, Antônio conhece as dificuldades da profissão, mas gosta do trabalho e sabe que precisa estar preparado. “Porque não é só dizer que vai dirigir. Se você não sabe mexer no computador de bordo, ele não sai”, revela.
Com teclado e mostradores digitais, os caminhões estão, cada dia, mais tecnológicos. Para conhecer melhor a máquina, Antônio foi para uma escola, encaminhado pela empresa onde trabalha. “Eu não tenho qualificação em nada. Aí ela me trouxe até aqui para ficar um profissional no jeito que ela quer”, conta.

“Tem empresa com um monte de caminhão parado por falta de mão de obra. E um caminhão, um equipamento de R$ 500, R$ 600, R$ 700 mil, parado dentro do pátio, convenhamos que é um péssimo investimento”, declara o instrutor de mecânica Marcelo Padilha. Ele viajou quatro mil quilômetros do Ceará até o Rio Grande do Sul para se qualificar. Walace veio de Pernambuco. O caminhoneiro Paulo Ricardo Testa veio do Paraná e ressalta: “no mercado, está faltando muito motorista que tenha experiência não só de estrada, mas que tenha acompanhado as novas tecnologias”.
A estimativa é que, em dez anos, o Brasil precise de mais um milhão de carreteiros, mas faltam centros de treinamento. Um deles, em Vacaria, na Serra Gaúcha, é um dos poucos no país. Foi criado por transportadoras preocupadas com a falta de motoristas. “Como praticamente 65% de todo transporte é rodoviário, é feito por modal rodoviário, nós achamos que irá acontecer um incremento muito grande nessa atividade”, aponta o coordenador do Centro Treinamento, Renato Luís Rossato.
Esse é o caminho que muitas empresas já estão seguindo no país: buscando por conta própria a formação de profissionais. Se o destino é o crescimento econômico e o aumento da produção, precisamos decidir como queremos chegar lá: se pela velha estrada já gasta, cheia de buracos, que pode levar a prejuízos, ou pela pavimentada, visivelmente melhor, mas, que exige mais tempo e investimentos.
Assim também é com a mão de obra. A melhor não fica pronta da noite para o dia e precisa de manutenção. “Nós temos que valorizar o profissional técnico e as escolas técnicas, expandir essa rede de escolas técnicas para oferecer vagas, porque hoje não conseguem suprir”, diz o professor Paulo Resende, da Fundação Dom Cabral.
O problema é tão grave que as empresas estão contratando jovens antes mesmo de terminarem o curso. “Já estou empregada, e o objetivo que eu tenho é de concluir o curso e já continuar na própria empresa”, afirma uma mulher.
“Para se ter uma ideia, a gente está começando agora as aulas. Praticamente 70% dos alunos que estão começando o primeiro dia de aula já estão empregados”, declara o gerente educação profissional do Senai de Minas Gerais, Edmar de Alcântara.
Na turma de técnicos em mecânica ferroviária, no Senai, em Belo Horizonte, os 11 alunos já foram contratados. A coordenadora de seleção de pessoas Fabrícia Gomes de Oliveira sempre recruta profissionais no local para a empresa dela. Ainda assim, ela tem que investir em treinamento. “Temos tido bons resultados, mas a gente observa que ainda há uma demanda por uma continuidade de qualificação, quando esses profissionais chegam até a empresa”, revela.
“A gente está vivenciando algumas modificações no mercado que são importantes. Quando a gente vai pensar na construção civil, o tipo de emprego que está sendo exigido é aquela pessoa que saiba trabalhar com novos materiais, um porteiro que precisa de um pouquinho de informação de informática, porque ele tem que olhar para algumas telas, entender ali a questão de segurança”, destaca o professor Márcio Salvato, do Ibmec.
Novas qualificações, mesmo em antigas profissões, é um investimento inevitável de quem quer pegar carona no crescimento econômico do país. “Por isso que a empresa está me dando essa oportunidade de pagar esse curso para mim, para pegar mais conhecimento, ter mais qualificação no mercado. Eu estou muito satisfeito”, diz o caminhoneiro Antônio de Souza Silva.

POR ISSO NÃO PERCA TEMPO, SE QUALIFIQUE O QUANTO ANTES, E FAÇA O SEU DIFERENCIAL!
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

AS EMPRESAS PRECISAM MUDAR PARA SE TORNAREM COMPETITIVAS OU ACABAM SAINDO DO MERCADO

Estamos no século XXI, mundo globalizado, concorrências acirradas e mercado extremamente competitivo. No entanto, atuando como consultora verifico que um grande número de empresas não se preparou, insistem em não se preparar para esse novo mercado e continuam cometendo erros de proporções incalculáveis.
Vejamos alguns exemplos que acontecem no mercado e que demonstram claramente a falta de sensibilidade e transparência de algumas empresas:

1. A empresa “Diga que não estou” – esta empresa é composta de profissionais que não têm transparência, desconhecem princípios de bom atendimento e se esquecem que 68% das empresas deixam de ser clientes por esse motivo.

2. A empresa “Sempre fiz assim” – esta empresa insiste em manter profissionais sem qualificação, enraizados de princípios antigos, não acompanham a evolução do mundo e insistem em fazer do mesmo jeito sempre.

2. A empresa “Vou dar canseira” – esta empresa não conhece o princípio de parceria com fornecedores e insiste em cometer erros atrás de erros sempre achando que essa forma de agir é correta.

Vejamos então uma pequena história que levou aos 8 princípios da Gestão da Qualidade.
Um grupo de especialistas brasileiros em meados dos anos 80 fez um estudo sobre as características comuns às organizações bem sucedidas e consideradas como "ilhas de excelência", nos EUA. Com base neste trabalho, foram identificados conceitos e valores-chave considerados os fundamentos para a formação de uma cultura de gestão voltada para resultados e que deram origem aos critérios de avaliação, estes fundamentos são conhecidos como fundamentos da excelência e são utilizados no Prêmio Nacional da Qualidade.

Os fundamentos são:

 Visão de futuro
 Liderança
 Qualidade centrada no cliente
 Responsabilidade social e ética
 Gestão baseada em fatos
 Participação e desenvolvimento das pessoas
 Abordagem por processos
 Gestão da inovação
 Resposta rápida/ agilidade
 Foco nos resultados e valor agregado
 Aprendizado pessoal e organizacional
 Perspectiva de sistemas

Se você é empresário, profissional de empresa ou pretende iniciar uma carreira pare e pense. Sua empresa trabalha com base nesses fundamentos? Sua empresa faz sempre do mesmo jeito porque sempre deu certo assim? Sua empresa tem um setor de vendas que recebe a solicitação de orçamento e não dá retorno? Sua empresa recebe um orçamento e não dá atenção ao fornecedor? Sua empresa recebe um orçamento que ela mesmo solicitou e não fala com o fornecedor, foge dele, dá canseira e não tem coragem de admitir que não quer o produto ou serviço?

Cuidado, se sua empresa toma este tipo de atitudes e insiste em não mudar então, se prepare, dentro em breve estará fora do mercado.
As empresas que atuam no mercado competem hoje, na sua grande maioria, com empresas do mercado nacional. No entanto, em função da própria globalização, empresas estrangeiras se instalam rapidamente no mercado e “engolem” quem não é ou se torna competitivo. Tem empresas hoje soberanas no mercado, achando que são únicas e se esquecem que o mundo está mudando. Não fazem revoluções culturais, não mudam sua filosofia de trabalho e insistem em continuar desse jeito.
Posso ainda falar com conhecimento de causa sobre empresas que demoram mais de 15 dias para passar um mero orçamento, empresas para quem se passa orçamento porque elas próprias solicitaram e depois fogem, não atendem e tomam posturas até irresponsáveis.
Existem ainda empresas que projetam produtos que até existem na Europa e EUA e criam patentes no nosso país e acabam não aceitando empresas que fabricam equipamentos melhores apesar de terem a mesma finalidade. “Patentes? Desculpem, mas meu produto é melhor do que o seu”. É esta a resposta que tem que ser dada para quem tem medo, para quem acha que pode dominar o mundo, para quem quer ter monopólio, cobra o que quer do cliente, como quer e quando quer. Exemplos? Existem muitos sobre este assunto, é só olhar à sua volta.
Acabou, meus amigos, estamos em outros tempos, o mundo mudou.
Até quando vamos ter que encarar este tipo de empresas no mercado?
Está na hora de você mudar! Procure o olhar externo, aquele que te olha com “olho clínico”, aquele que enxerga o que você não quer enxergar.

Estamos no mercado para atender as empresas que querem mudar, mas aquelas que querem mudar de verdade e não aquelas que dizem que querem mudar mas essa não é a sua vontade.
Deixar projetos de lado, deixar de investir em processos que vão gerar lucratividade para a empresa por se entender que é custo demonstra falta de entendimento ou até desconhecimento dos princípios que regem hoje o mercado.
Vamos acordar! Tenho um amigo que acordou com 52 anos e estava quase se aposentando! Acorde antes de isso acontecer, porque com tanta demora, tanta insistência em continuar com princípios antigos pode ser a grande derrota da sua vida e o tempo passa e não volta atrás.

Consulte a CR Consultoria, temos solução para a sua empresa.
Fazemos o diagnóstico, analisamos a sua empresa e damos a solução através das mudanças que sempre são necessárias e fundamentadas em novas filosofias de trabalho.

Não se esqueça! Sua empresa precisa ser competitiva ou sairá do mercado!

Cecília Rijo – Diretora da CR Consultoria