quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mais um evento que a CR CONSULTORIA estará presente





Você é um workaholic?

Responda sinceramente: você escova os dentes pensando na sua agenda do dia? Fica "só um pouquinho" depois do horário para ler um relatório? Não viaja no fim-de-semana com a família porque vai trabalhar?

Bem, se você disse sim para uma dessas perguntas, é provável que tenha uma forte tendência a workaholism, ou seja, vício em trabalho.

Os workaholics, pessoas que trabalham em demasia, formam um grupo em crescimento. Apesar de não existirem estudos que os quantifique, sabe-se que os viciados em trabalho têm um ambiente propício para se desenvolverem - com a tão falada globalização, a concorrência aumentou e a pressão sobre o profissional também. Além disso, o advento da comunicações, em especial da Internet, faz com que o mundo funcione 24 horas, sobrecarregando o cotidiano de muitas pessoas.

Na maioria dos países, a carga horária de um trabalhador oscila entre 35 e 40 horas semanais. Contudo, há profissionais que trabalham 12, 14 horas por dia, sem contar os sábados e domingos, e continuam ligados fora do ambiente de trabalho. Levam tarefas para casa e marcam reuniões durante o almoço. Não desgrudam do laptop, pois checam o e-mail todos os dias, mesmo estando na praia com os filhos.

Quando o trabalho afeta a vida pessoal, o workaholic começa a perceber que há problemas, apesar de achar que é possível "dar um jeitinho". É o caso da jornalista Izabel Reigada, que costuma trabalhar pelo menos 50 horas por semana: "Quando acho que vou faltar, geralmente aviso na véspera", reconhece. "Depois de alguns furos, decidi que não quero mais deixar de comparecer a encontros importantes. É por isso que costumo chegar atrasada... Antes tarde que nunca, não é mesmo?"

Distanciar-se da vida social não é a única característica negativa do workaholism. A pessoa estreita os horizontes intelectuais, focando apenas o seu negócio. E mais. O excesso de trabalho reflete diretamente em sua saúde, começando pelo surgimento de stress e podendo causar desde doenças físicas - pressão alta e infarto - a psicológicas - como perfeccionismo em demasia e depressão.

É bom lembrar que a linha que divide dedicação de preocupação excessiva é muito tênue. Como analisa Adriana Fellipelli, da empresa de outplacement Right Saad Fellipeli, "o mundo está em uma velocidade tão grande que não dá para parar". Contudo, se a prioridade for sempre o trabalho, então é hora de parar e repensar a própria situação.

Por: Cristina Amorim

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Dez filmes que dão lição de motivação e liderança a profissionais

A história do cinema, no entanto, tem histórias que dão aos profissionais esperanças de encontrar gestores carismáticos e inspiradores. É o caso de "A Ponte do Rio Kwai ("The Bridge on the River Kwai", 1957). "O líder motiva os prisioneiros a fazer o melhor trabalho possível", explica Eduardo Lucena, redator de conteúdo da 2001 Vídeo.

Usar filmes para exemplificar situações de flexibilidade, superação e resiliência é uma das
estratégias das áreas de recursos humanos em treinamentos.

"Funciona porque os filmes tiram as pessoas de seu dia a dia", comenta Daniela de Daniela do Lago, consultora de recursos humanos.

Ela acrescenta que "às vezes estamos tão envolvidos em um problema que não conseguimos enxergar o óbvio, e o cinema dá essa oportunidade", afirma.

A consultora tem mais de 300 filmes em sua videoteca, que usa em seus treinamentos. Uma das aquisições mais recentes foi "Amor sem Escalas" ("Up in the Air"), de 2009. Na trama, George Clooney interpreta um consultor especializado em demitir pessoas quando a empresa não pode ou não quer fazê-lo. "É inconcebível hoje um líder que não consiga demitir as pessoas", afirma.

A Folha pediu a Eduardo Lucena, da 2001, que listasse dez filmes que podem dar lições para o dia a dia profissional.

1. EM BOA COMPANHIA ("In Good Company", 2004)
Fala de um alto executivo substituído por alguém bem mais jovem e traz a mensagem da
importância da experiencia profissional e da união dos profissionais para atingir um objetivo.
2. PATCH ADAMS, O AMOR É CONTAGIOSO ("Patch Adams", 1998)
O personagem central soube imprimir sua marca e criar seu próprio estilo, revolucionando o modo de tratar pacientes.
3. À PROCURA DA FELICIDADE ("The Pursuit of Hapiness", 2006)
O personagem de Will Smith soube superar as dificuldades de trabalhar e criar sozinho seu filho. É a típica história hollywoodiana de superação.
4. DE PORTA EM PORTA ("Door to Door", 2002)
É referência para profissionais de venda, segundo Lucena, pois mostra um vendedor com
paralisia cerebral que consegue ser o melhor em seu segmento.

5. A NEGOCIAÇÃO ("The Negotiator", 1998)
O personagem central, vivido por Kevin Spacey, tem de manter a calma para negociar com um sequestrador e usar a capacidade de liderança para manter sob controle os ânimos da equipe de atiradores de elite.

6. A PONTE DO RIO KWAI ("The Bridge on the River Kwai", 1957)
Um coronel decide que, ainda que seja para o inimigo, fazer um trabalho de excelência é
a melhor solução. Mostra resiliência e flexibilidade para ter dedicação, apesar do ambiente hostil, a fazer o melhor trabalho possível.
7. ERIN BROCKOVICH, UMA MULHER DE TALENTO ("Erin Brockovich", 2000)
Outra história de superação em que a personagem vence suas limitações e une um grupo de pessoas e um escritório de advocacia em torno de uma causa.

8. AO MESTRE COM CARINHO ("To Sir With Love", 1967)
O personagem principal, vivido pelo ator Sidney Poitier, precisa ultrapassar a barreira imposta pelos estudantes delinquentes de uma escola de Londres para conseguir trabalhar.
9. A CORRENTE DO BEM (Pay it Forward, 2000)
Os alunos de um professor de estudos sociais são desafiados a criar algo que possa mudar o mundo. Um dos alunos cria um jogo em que a cada favor recebido deve ser retribuído a três outras pessoas. A história procura ilustrar como pequenas iniciativas podem mudar vidas.

10. SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS ("Dead Poets Society", 1989)
Um professor rebelde em uma escola tradicional estimula seus alunos a pensar por si mesmos em vez de seguir as ideias impostas pela instituição.


Por: Daniela do Lago

DICAS PARA O SEU BOLSO!!!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ELOGIO DE CLIENTE É SEMPRE BOM!!!

Abaixo está um email que recebemos de uma empresa cliente, no qual ministramos um treinamento para a equipe de vendas, sábado dia 27/08.


Boa Tarde

Gostaria de agradecer a acolhida recebida no útilmo sábado 27/8 e parabenizar a equipe CR pelo curso ministrado.

Foi muito bom conhecer melhor os produtos comercializados pela ZETONE mas, principalmente enxergar o leque de oportunidades para explorarmos!!

Valeu !!!!

Silvana Castiglioni

Recursos Humanos

Zetone Ind. e Com. Eletrometalúrgica Ltda

Coaching para Dieta é um sucesso!



Matéria feita com apoio da SBCoaching

CUIDADO com o otimismo em excesso!

Esperar demais para o futuro pode confundir o profissional, que se esquece de evoluir e se aprimorar para então galgar cargos maiores.

Desejar um futuro melhor em termos de carreira e qualidade de vida não é nenhum pecado. Mas quando esse desejo passa a ser mais importante do que as próprias atitudes tomadas pelo profissional para se chegar até o objetivo, é hora de parar e analisar a situação: você pode estar sendo vítima do otimismo em excesso.

Um dos sintomas desse mal é o bloqueio da percepção da realidade, que pode gerar problemas mais complicados na carreira. Segundo o consultor Eduardo Ferraz, especialista em Neurociência Comportamental, esse tipo de situação pode acontecer quando o profissional se julga mais competente do que realmente é e deixa de se preocupar com o desenvolvimento das próprias habilidades e conhecimentos.

A segurança na carreira que muitos profissionais brasileiros têm pode ser um ilusão bem efêmera. "O fato é que muitos profissionais deixam de se aprimorar em suas carreiras por terem uma autoavaliação distorcida", afirma Ferraz, ressaltando que a tese do psicólogo e vencedor do prêmio Nobel Daniel Kahneman foi justamente calcada no fato de que o otimismo em excesso é uma regra no mercado de trabalho, não exceção. Segundo Kahneman, todos têm uma tendência inconsciente a se acharem mais qualificados do que realmente são.

"O ser humano é condicionado, instintivamente, a buscar o caminho mais fácil e toma decisões baseadas no prazer imediato. Por isso tantas pessoas se endividam, cuidam pouco da saúde e deixam a carreira seguir por inércia", pontua o consultor.

Atitudes valem mais do que pensamentos

Ferraz defende que todos os profissionais devem procurar fazer uma autocrítica mais justa e agir para promover as mudanças necessárias. "Esperar que o melhor aconteça em sua carreira, sem o devido esforço, é mera ilusão. Ninguém é promovido ou recebe uma proposta de trabalho maravilhosa apenas por sorte. Pensamentos positivos são importantes, mas ter atitudes realistas é essencial", garante.

Para evitar situações de otimismo exacerbado e, por conseguinte, surpresas na carreira (como angústia, baixa auto-estima, insatisfação e até demissão), nunca é demais, lembra Ferraz, investir no autoconhecimento e na análise das reais competências profissionais. "Aprimorar continuamente seus pontos fortes deveria ser a maior prioridade na vida de quem quer evoluir profissionalmente. Se você estuda, faz cursos de qualificação, aprimora seus talentos e é reconhecido por isso, seu otimismo na verdade é puro bom senso", conclui.


Por: Redação Administradores


sábado, 27 de agosto de 2011

As perguntas mais comuns sobre COACHING.flv

DICAS DE EMPREENDEDORISMO QUE NÃO SE ENSINAM NAS ESCOLAS DE NEGÓCIOS

1. O planejamento estratégico nunca substituirá o controle do fluxo de caixa. Ame seus demonstrativos financeiros, o mais importante é o seu saldo no banco.

2. Sempre existem mais coisas para fazer do que tempo para fazê-las. Uma empresa nascente é um exercício contínuo sobre decidir o que não fazer.

3. A hora de dormir é aquela em que você está trabalhando na sua empresa com os olhos fechados.

4. Não chame as pessoas de “recursos humanos”. Elas são pessoas e gostam de ser tratadas como pessoas e não como recursos.

5. Não importa o quanto você estudou sobre preço, nada te preparará para isso na prática.
Achar o preço “ótimo” é realmente difícil. Enquanto isso se lembre que um preço ruim é melhor do que nenhum preço.

6. Existem infinitas maneiras de gastar seu dinheiro com Marketing e você nunca terá ideia de qual irá funcionar.
Você precisa experimentar muito e aprender de forma barata.

7. Para contratar as melhores pessoas a cultura da empresa e a paixão dos fundadores são extremamente importantes. Sua visão não pode envolver machucar gatinhos, eles são fofinhos.

8. Existe um grande valor em ser uma pessoa gostável. Boas coisas acontecem quando as pessoas gostam de você.

9. A teoria básica é perigosa. Usar apenas o básico é como projetar um carro real que vai ser dirigido em uma estrada sem buracos, sem resistência do ar e sem idiotas na pista.

Por: Dharmesh Shah

VOCÊ PLANEJA SEU FUTURO FINANCEIRO?

Aproveitem as dicas diretas em entrevista realizada com Rodrigo Bussab sobre a importância do planejamento financeiro pessoal.

Rodrigo é formado em Administração de Empresas com especialização em Marketing pela EAESP/FGV e MBA em Marketing de Serviços com foco em Comunicação pela ESPM. Tem experiência de mais de 10 anos em Planejamento Financeiro.
Como executivo contratado, ocupou posições gerenciais nas áreas de Negócios (Comercial e Marketing) em empresas nacionais e internacionais. Em destaque:
» Nacional Seguros (hoje Unibanco),
» MONY Consultoria (empresa do grupo AXA Financial),
» HQ Escritórios Virtuais (hoje Infinity),
» Família Schürmann
» Fellipelli Desenvolvimento Humano


1 - Qual a importância do empreendedor ter um bom planejamento financeiro?
A vida pessoal do empreendedor está extremamente ligada à vida da empresa. Só que a pessoa física deve ter um tratamento independente da pessoa jurídica, embora esta seja provedora daquela. Por exemplo, você pode estabelecer que a sua empresa cresça 20% ao ano e que em 5 anos esteja com um faturamento de R$20 milhões por ano. Já seus objetivos pessoais podem girar em torno do objetivo de ter uma vida digna depois do período produtivo, traduzindo, uma aposentadoria sem depender de ajuda de ninguém.
Assim como você contrata um especialista em TI para montar o parque tecnológico da sua empresa, um outro para cuidar da segurança, um outro para a contabilidade, você tem que delegar os cuidados com sua vida financeira pessoal para um especialista. Porque com tanta coisa para cuidar, muitas vezes nossos planos ficam de lado.

2 - Que tipos de serviços existem na área?
O consultor deve ter ferramentas para atuar em 3 frentes:
• Acumulação de Patrimônio – geralmente a fase da vida aonde estamos gerando renda proveniente do trabalho. Todos nós (ou 99,9%) precisamos de mecanismos que disciplinem a poupança de um pedaço daquilo que geramos;
• Proteção de Patrimônio – o resguardo que o provedor ou provedora devem ter durante o caminho da realização do seu sonho financeiro. E se durante a formatação de um patrimônio o provedor morre? Como fica a família?
• Sucessão do Patrimônio – para aqueles que já estão na fase de usufruir da montante acumulado durante sua vida produtiva. Como cuidar para viverem com dignidade depois que diminuem ou cessam os rendimentos provenientes do trabalho?

3 - Quais são as habilidades que um bom profissional da área precisa ter?
• Pensamento estratégico;
• Visão global;
• Diagnóstico de informações;
• Análise e interpretação;
• Elaboração de plano financeiro pessoal;
• Identificação de oportunidades;
• Discernimento de produtos e serviços mais adequados para cada situação;
• Acompanhamento e orientação na implementação de soluções.

4 - Algum material recomendado para quem quiser aprender mais sobre o assunto?
Estou lendo um livro chamado “O Homem Mais Rico da Babilônia” de George S. Clason. Tem segredos de sucesso dos antigos babilônicos, os habitantes da cidade mais rica e próspera do seu tempo. São soluções sábias e atuais. Também gosto das publicações Mauro Halfeld e Gustavo Cerbasi para quem quer ter noções básicas.

5 - Quais são as dicas que o leitor pode aplicar desde já para um melhor planejamento das finanças pessoais e do empreendimento?
Ter um norte: Você precisa saber aonde quer chegar e com quanto dinheiro quer acumular naquele momento. Isso exige cálculos de um especialista. Um consultor financeiro pode ajudá-lo no início e durante a execução do plano, no sentido de corrigir o rumo ao longo desta jornada, porque as pessoas mudam, o mundo muda, os negócios mudam.
Gastar menos do que ganha: Parece obvio, mas o ser humano tem uma incrível queda por descobrir aonde pode gastar aquele dinheiro que está sobrando. O mundo moderno nos induz ao consumo desenfreado. Preste atenção quantas vezes você pronuncia (ou ouve pronunciar) a frase “eu preciso comprar”.
Guardar 10% de tudo que ganha: Se você hoje gasta 100% do que ganha, procure viver a 90%. Ninguém fica rico sem sacrifícios.
Ter um plano B: Se você fez um plano de 15 ou 20 anos para você ou sua família, tem que se precaver contra uma morte repentina, ou contra uma invalidez. Contrate um bom seguro de vida e viva tranqüilo.

Por:Millor Machado

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fantastico 21/08/2011 - Cursos de Madrugada



É preciso esforço e força de vontade na hora de se especializar!!!

Pedras no Caminho


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Coaching: A arma secreta dos grandes líderes


Muito se discute a respeito da diferença dos líderes no passado e dos líderes modernos. As técnicas de liderança que funcionavam antes não são atualmente tão efetivas. Num passado não muito distante, o líder autocrático era sempre o líder mais eficaz. Até mesmo na vida familiar esse era o estilo de liderança predominante. Os homens davam as ordens e as esposas e filhos simplesmente obedeciam. Aquele que impunha suas ordens com dureza conseguia excelentes resultados. Ainda hoje vemos muitos líderes trabalhando dessa forma. Mas o mundo mudou e esses profissionais autocráticos estão cada vez menos eficazes e menos valorizados nas empresas modernas.

Surge então a questão que tem desafiado os novos candidatos a líder. Qual é a estratégia mais poderosa para exercer esse papel? Como fazer para influenciar pessoas em busca de resultados sem utilizar o poder, ordens ou ameaças? Como obter o comprometimento e o coração dos liderados para que esses superem seus limites?


Diversas teorias e técnicas surgiram no mercado. Mas, com certeza, a que mais tem impressionado a todos com seus resultados é a utilização do coaching como ferramenta de liderança. Como, então, o líder pode utilizar essa ferramenta para atingir resultados excepcionais? A resposta é facilmente encontrada quando se descobre qual é a ferramenta número um do coaching: a pergunta. Parece estranho, mas é exatamente isso. A grande mudança no paradigma da liderança acontece quando o líder para de dizer aos seus liderados como fazer as coisas e começa a questioná-los.


As perguntas do líder têm impactos profundos nos seus subordinados. Os questionamentos bem feitos obrigam o liderado a pensar, desenvolvendo com isso sua visão estratégica e criatividade. Quando a resposta vem fácil e mastigada o liderado não precisa nem pensar. Basta seguir as instruções.

Os resultados são extraordinários e tem mais uma conseqüência, a que considero mais importante de todas: como o liderado está aprendendo a pensar, estudar alternativas e tomar decisões, o líder, nesse caso, já um "líder coach", estará cumprindo seu papel maior, que é o de desenvolver novos líderes. É uma receita simples. Experimente, assim, liderar através de perguntas e depois analise os resultados.

Por: Bruno Juliani

Liderar na TPM e ser produtiva é possível?


Mulher e TPM são duas coisas que não dá pra separar. Como continuar produtiva e exercer sua liderança sem deixar a síndrome daqueles dias te atingir? (homens, essa leitura vale também para vocês!)

Qual mulher nunca se sentiu em uma “montanha russa” de sentimentos, principalmente no período pré-menstrual? Algumas até chegam a ser motivo de piadas entre os homens. É só dar uma ordem com voz mais ativa para escutar “está de TPM?”. O fato é que cada mulher, a seu modo e ritmo, lida com algum tipo de alteração emocional na fase que antecede a menstruação – algumas com mais intensidade que as outras.


Como os sintomas não escolhem lugar, apenas hora, para se manifestarem, lidar com esse mal no ambiente corporativo pode ser um desafio e tanto, principalmente quando a mulher atua em cargos de evidência confiança e liderança.

Ser um líder é, em principal, direcionar a equipe nas realizações das atividades; descobrir soluções estratégicas para determinados problemas; incentivar e estimular colaboradores; guiar o grupo para novas conquistas. Até aqui, nenhuma novidade. Mas, e ser uma líder no período Pré-Menstrual, como ser tudo isso para a equipe e ainda ter controle ante ao mix de emoções e dores no corpo?


Christian Barbosa, especialista em gerenciamento do tempo e produtividade, afirma que a mulher pode “pular” os dias da TPM. Como assim? “Basta que ela trace um planejamento das suas atividades, deslocando aquelas mais ‘pesadas’ para os dias em que ela não estará de TPM. A intenção é deixar a semana que antecede esse período o mais livre de urgências possíveis, assim, ela evita as situações de altos picos de estresse”, explica Christian.


“Se ela for uma líder, esse método pode ajudar também na hora de distribuir as reuniões do mês, já que alguns encontros, com clientes e outros líderes da empresa, pode ser maçante”, comenta o especialista. Esses são alguns métodos que podem ser aplicados para as mulheres driblarem os sintomas, mas nenhum é tão efetivo quanto o autocontrole.

Por: Pensando Grande

terça-feira, 9 de agosto de 2011

20 dicas de como fazer um networking vencedor

1) Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação correta;

2) Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;

3) Cuide-se para ser uma pessoa interessante. Isso inclui ler, ir ao teatro, cinema, estar bem-informada, etc;

4) Estabeleça um link de relacionamento (um assunto em comum) com o outro contato;

5) Seja você mesmo e pratique seu network diariamente, de maneira natural;

6) Partilhe ideias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;

7) Cuide da história que você está construindo;

8) Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem para desenvolver relacionamentos e cultivá-los;

9) Reserve um horário para rever aquelas pessoas que não você encontra há algum tempo;

10) Não é de bom tom procurar seus contatos apenas quando precisa de um favor;

11) Não fale mal dos outros;

12) No caso de necessitar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções;

13) Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo. Lembre-se de que a relação é de troca;

14) Tenha à mão seus cartões pessoais;

15) Trate seu network como uma irmandade, em que existe fidelidade e ajuda mútua;

16) Respeite as regras básicas da ética corporativa: não use seu network para roubar outros contatos, clientes e ideias ou espalhar boatos sobre a concorrência;

17) Respeite a diversidade humana e compreenda que cada pessoa tem a sua maneira de pensar, agir e falar;

18) Entenda um pouco de tudo e não se restrinja apenas a sua área profissional;

19) Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;

20) Mantenha-se sempre aberto a novos contatos.

Por: Fábio Bandeira de Mello

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Geração Y: desafio para o RH e pequenos empresários

Entender e compreender em que tempos estamos posicionados faz com que reativemos os pensamentos de grandes filósofos que sempre questionaram: o que é preciso para criar? Saber? Conhecer? Compreender o que realmente é problema? Ou simplesmente deixar a mente vagar?

Sem dúvida há algo além do trabalho no espírito criativo, principalmente na geração Y, que pode, e deve, inclusive, se dar ao luxo de praticar aquilo que hoje se chama "ócio criativo", para que as idéias venham. O autor do termo, Domenico De Masi, o definiu assim: "Quando trabalho, estudo e jogo coincidem, estamos diante daquela síntese exaltante que eu chamo de ócio criativo". Em outras palavras e com seu estilo inconfundível, Plínio Marcos traduziu: "Coçar o saco é parte fundamental do trabalho do artista." E o filósofo Alexander Koyré, com um argumento definitivo: "Não é do trabalho que nasce a civilização: ela nasce do tempo livre e do jogo".

Com esta visão, temos, o exemplo da Microsoft, que faz com que seus funcionários de criação tenham todo o tempo livre e assim possam criar. Outras experiências em empresas de sucesso, como Google, Facebook e Linkedin fazem parte deste ideário de tempo livre versus criação.

As áreas de RH de empresas com essa visão têm a missão de alicerçar e entrecruzar trabalho e tempo livre para criação, gerando resultados. Parece simples, mas não é.

Uma inovação não tem preço: as empresas que já se posicionaram tendo esta visão como base já colheram grandes frutos e lucros. A geração Y é também responsável por esses resultados. São famosas as frases "ação e reação", "dar para receber", que movem a geração Y.

Lidar com este público é em certos momentos, trabalhar com quebras de paradigmas e sair da zona de conforto. São profissionais que não trabalham diretamente ligados aos recursos financeiros que podem ser obtidos com o trabalho, mas, sim, vinculados ao desafio do "eu posso". Com isso, reafirmamos, a geração Y é a geração da inovação. Crie os desafios e terá grandes profissionais Y ao seu lado.

Contudo, nem sempre há flores. Os pequenos empresários muitas vezes não tem tempo, nem dinheiro, para apostar em inovação. Assim, acabam encontrando e optando por profissionais da geração anterior, os profissionais da geração X. Estes se diferem da geração y, por serem um pouco mais conservadores e terem o "pé no chão" quando o assunto é estabilidade pessoal e familiar.

O ponto crucial nesta história é saber qual o limite entre criatividade e lazer e como o tempo e ócio criativos podem ser aliados ou não desta nova geração.

Para as empresas, essa pseudoindependência deve ser administrada de forma que gere resultados concisos, ou seja, apesar de serem livres no seu dia a dia, os profissionais Y devem cumprir prazos e metas da Companhia, trazendo resultados que possam ser avaliados.

É de conhecimento do mercado que um profissional da geração Y não hesita em mudar de empregador. O executivo Y vive o momento e não se comporta como os profissionais da geração anterior que ficavam anos e anos na mesma empresa, preocupados com o futuro.

Por conta desse modo de conduzir a carreira muitas Companhias confundem o que realmente estes profissionais querem e criam regras de bônus e incentivos mirabolantes.

Contar com profissionais da geração Y e administrá-los é um desafio para o gestor de RH. Na maioria das vezes, prescinde um desapego de métodos conservadores de motivação da equipe. Faz-se necessário métodos criativos e, muitas vezes, inéditos, para criar um senso de pertencimento aliado à resultados perenes.

A geração Y solicita dos gestores novos olhares e novas perspectivas do como, quando, onde e por que se desenvolve determinada função dentro de uma organização. Lidar com este "diferente" dentro de uma instituição faz com que novas abordagens frente a este novo se estabeleçam e, nesse horizonte, uma nova cultura organizacional se concretize na empresa.

Por: Jeferson Melo